sexta-feira, 11 de novembro de 2011
COMPORTAMENTO HUMANO NO TRABALHO
"Comportamento organizacional é o comportamento humano no local de trabalho, a interação entre as pessoas e a organização em si. As principais metas do comportamento organizacional são explicar, prever e controlar o comportamento."
O mesmo autor ainda complementa que comportamento organizacional é o estudo do comportamento das pessoas no ambiente de trabalho, como se interage com as outras pessoas do mesmo convívio profissional e como a empresa se relaciona com estes colaboradores, sendo que o processo do trabalho administrativo, jamais pode ser entendido como conteúdo do mesmo.
Um dos requisitos essenciais para entrar e sobreviver no moderno local de trabalho é ter habilidades apropriadas. Uma pessoa precisa de habilidades relacionadas à disciplina, logo, quando se estuda o comportamento organizacional, as habilidades podem acrescentar algo a mais na análise. Dubrin (2003) complementa que o comportamento organizacional também se resume na realização da pessoa em compreender as outras pessoas, e é dessa forma que se destaca o auto conhecimento e a auto percepção.
Os estudos possibilitaram mudanças nas condições de vida do profissional brasileiro e a quebra de muitos paradigmas. Com os avanços demográficos e os conhecimentos na área de psicologia, o envelhecimento proporcionou melhorias na perspectiva de vida e de trabalho.
“O trabalho sempre ocupou lugar central na vida das diferentes comunidades e gradativamente foi sendo limitado pelas condições sociais que foram se estabelecendo”. (KANAANE,1995, p.01). Um dos motivos dessas mudanças citado por Neri (2005), está referido a necessidade de competir e sobreviver num mercado dinâmico, globalizado e exigente. Com isso pode-se verificar que, as organizações estão fazendo um redesenho da estrutura, preocupando-se com o ambiente externo, proporcionando aos profissionais experientes, tratamentos diferenciados, beneficiando-os em vários aspectos como: qualidade de vida profissional, grandes perspectivas de conquistar as metas e objetivos traçados, inter-relacionamentos mais maduros e estabilizados.
Kanaane (2006), compreende que a ênfase no comportamento humano e nas organizações, está sendo um desafio, a qual apresenta possibilidades de implantação de programas de qualidade e outros programas que a empresa julgar necessária. O autor compreende que o comportamento organizacional é vital, pois o fator humano está intrinsecamente vinculado a toda tarefa realizada. Devido a isso, o mesmo autor considera a existência de diferentes concepções do termo comportamento, dividido em:
- Comportamento individual: retrata as reações inerentes ao indivíduo e suas condutas no contexto organizacional;
- Comportamento grupal: refere-se à gama de reações dos indivíduos que compõem um grupo: como as ações emergentes do comportamento grupal retratam as múltiplas influências decorrentes da dinâmica existente, incluindo as pessoas, a interação, o sentimento, as atividades (tarefas), a comunicação e os objetivos;
- Comportamento organizacional: refere-se às manifestações emergentes no contexto das organizações, indicando os controles, o processo decisório e os esquemas técnico-administrativos assumidos num dado momento organizacional.
Ampliando esse conceito Chanlat (1996) acrescenta que o comportamento humano no trabalho não tem sua origem apenas em uma lógica de economia, está ligada aos fatores psicológicos. Surgem, então, as dinâmicas em grupos, criam-se novos valores sociais, as atitudes individuais se enfatizam, chegando ao ponto de valorizar mais o ambiente de trabalho do que os próprios colaboradores, então as empresas passam a associar a satisfação com produtividade, para sempre atingir o melhor índice de produtividade alegado pela satisfação.
O autor conclui que esses desvios profissionais e empresariais têm causas emocionais, esclarecendo que, no início da carreira estas incompetências emocionais não aparecem tanto, ficando muito óbvias quando o profissional se transforma em gestor, cargo para o qual não está preparado. Cabe ressaltar a importância de considerar a diferença conceitual entre comportamento e atitude.
“Várias pesquisas sobre o sistema de valores humanos têm assinalado como os imperativos éticos afetam a conduta individual e grupal, com relação ao trabalho”. (KANAANE, 2006, p.77). Nesse sentido Rockeach (1968 apud Kanaane 2006, p. 77) “postula que um conjunto de crenças inclui tanto as crenças inconseqüentes quanto as derivadas, organizadas em dois subsistemas.
Autora: Daiani Furtado
quarta-feira, 18 de maio de 2011
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes

Está tudo preparado para a mobilização do 18 de maio
A programação nacional, do 18 demaio, inicia com uma solenidade de no Palácio do Planalto, às 14h00, em Brasília. Durante a solenidade, acontecerá a entrega do Prêmio Neide Castanha de Direitos Humanos da Criança e do Adolescente.
Também estão previstos para a solenidade: a entrega das contribuições do Comitê para o Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, o lançamento da edição atualizada da Matriz Intersetorial de Enfrentamento à Exploração Sexual Comercial de Crianças e Adolescente, e por fim o lançamento do Caderno Temático Direitos Sexuais são Direitos Humanos.
Após a solenidade, todos os presentes sairão em carreata com a caravana Siga Bem Criança, o trajeto se encerra na Esplanada dos Ministérios, com o show da banda Atitude Feminina. Está prevista a participação de 1.300 crianças e adolescentes de escolas e instituições do Distrito Federal e entorno.
segunda-feira, 8 de março de 2010
ACM Líderes
A culminância do Jovem Aprendiz com o ACM Líderes iniciou no último sábado na ACM Lapa.
Esta culminância tem como intuito fortalecer e integrar os Aprendizes das Empresa parceiras: UGF; PONTUAL ARQUITETURA, BL INFORMÁTICA, ICATEL E SEI.
Nossos agradecimentos ao nossos Executivos Reynaldo Ribas e Hiram Mattos.
Aos nossos colegas de trabalho e aos nossos Aprendizes:
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
ACM Rio de Janeiro - Nosso Negócio é Gente !
Numa trajetória de vitórias e realizações a Associação Cristã de Moços do Rio de Janeiro, a primeira do Brasil e da América Latina, surge em 1893 para dar continuidade ao movimento internacional, em atividade desde 1844 quando um grupo de jovens liderados por George Williams, em plena Revolução Industrial materializa, diante dos impactos sociais da época, o “Movimento Acemista (YMCA)” com a proposta de permitir o desenvolvimento sadio e harmonioso de jovens que viviam na Londres no século XVIII.
Desse modo surge a ACM, movimento cristão, ecumênico, assistencial e filantrópico sem fins lucrativos que congrega pessoas sem distinção de raça, posição social, crença religiosa, política ou de qualquer natureza.
No Rio de Janeiro, Myron Clark criou, finalmente, aquela que viria a ser a pioneira no Brasil e na América Latina e que hoje, com 116 anos de existência, mantém os princípios e tradiçõesda ACM mundial solidificadas em uma memorável reunião internacional de Jovens em Paris em 1855. Somos, pois, uma família que congrega 15 mil associações, em 156 países e 35 milhões de associados, cuja militância atesta o prestígio e a idoneidade da nossa instituição.
Bartholomeu Pinto Jr.
O QUE É O PROGRAMA NOSSO FUTURO ACM APRENDIZ
O Nosso Futuro ACM Aprendiz é um programa de aprendizagem voltado para a preparação e inserção de jovens no mundo do trabalho, que se apoia na Lei 0.097/2000, a Lei da Aprendizagem.
Com Nosso Futuro ACM Aprendiz, pretendemos contribuir para a formação de jovens, que saibam fazer novas leituras de mundo, tomar decisões e intervir de forma positiva na sociedade. Acreditamos que é responsabilidade compartilhada do Estado, da sociedade, da família e dos próprios jovens fortalecer sua autoestima e sua condição de cidadãos por meio do trabalho.
A profissionalização do jovem é uma etapa do seu processo educativo (ECA, art. 62) e, portanto, a razão de ser do trabalho é a formação, não a produção. O programa Nosso Futuro ACM Aprendiz, ao basear-se na Lei 10.097/2000 e em sua regulamentação, o Decreto nº 5598/2005, legitima a intenção e os esforços para contribuir com a empregabilidade de nossos jovens, especialmente os menos privilegiados. Este é um passo para integrar a sociedade em torno de uma causa comum: atender à necessidade dos jovens com suas diferenças individuais, suas condições específicas, aprendendo a conviver com a diversidade humana sem preconceitos.
Juliana Peniche